Torres de escoramento para laje protendida montadas junto a parede concretada
Torres SPQ com vigas VJ e plano de retirada vinculado à protensão

Escoramento para laje protendida

Em laje protendida, o escoramento sustenta todo o peso até a protensão e depois sai numa sequência própria. A SP Formas monta o sistema pensando no acesso às ancoragens e na redistribuição de carga.

Escoramento para laje protendida é o sistema que sustenta a laje fresca até a protensão dos cabos e só então é liberado, na sequência definida pelo projetista. A SP Formas usa torres de quadros SPQ, de até 5 t por montante, vigas VJ e suportes ajustáveis de 0,10 a 0,32 m, com bordas livres para o trabalho do macaco e plano de retirada que considera a redistribuição de carga durante a protensão.

Torres de escoramento para laje protendida montadas junto a parede concretada
Torres de escoramento para laje protendida montadas junto a parede concretada. Sistema: Torres SPQ com vigas VJ e plano de retirada vinculado à protensão.

O papel do escoramento para laje protendida

Na laje protendida, a armadura ativa só passa a trabalhar depois que os cabos são tensionados. Até lá, a laje depende do escoramento para sustentar o próprio peso, as formas e as cargas de execução. O escoramento para laje protendida, portanto, precisa permanecer íntegro até a protensão estar concluída.

A laje plana protendida, sem vigas aparentes, é comum em edifícios residenciais e comerciais com vãos maiores. Como a laje costuma ser mais esbelta, a cota de fundo e a planicidade do assoalho influenciam diretamente o traçado dos cabos e o cobrimento previsto em projeto.

Redistribuição de carga durante a protensão

Durante a protensão dos cabos, a laje tende a se deslocar para cima em parte dos vãos. Algumas linhas de escoramento descarregam e outras podem receber carga redistribuída, sobretudo junto aos apoios. Por isso a sequência de protensão e de retirada é definida pelo projetista, e não improvisada no canteiro.

Os quadros SPQ, com capacidade de até 5 toneladas por montante, e as diagonais SPDX em X mantêm o conjunto estável durante essa fase. Os suportes ajustáveis permitem reapertar ou aliviar pontos específicos por rosca, quando o plano de protensão pede esse controle.

Bordas, ancoragens e espaço de trabalho

A protensão é feita pelas bordas, onde ficam as ancoragens ativas. O escoramento e as formas de borda precisam deixar espaço para o macaco hidráulico e para a equipe trabalhar com segurança. Em pavimentos elevados, isso inclui plataforma de trabalho e guarda-corpo, conforme a NR-18 e a NR-35.

A planicidade do assoalho também protege os cabos. Um ponto baixo no escoramento altera a altura das cadeirinhas de apoio e pode mudar o perfil da cordoalha. O ajuste fino dos suportes, de 0,10 a 0,32 m, corrige esses desvios antes da armação.

  • Bordas livres para posicionar e operar o macaco
  • Assoalho plano para preservar o perfil dos cabos
  • Torres travadas em X para a fase de redistribuição
  • Plataforma e proteção coletiva nas bordas em altura

Liberação das linhas e reescoramento

A retirada após a protensão costuma ser mais rápida do que em laje armada convencional, porque a laje passa a se sustentar com a força aplicada nos cabos. Ainda assim, o projetista define quais linhas saem, quais permanecem e se há reescoramento para receber a carga dos pavimentos superiores.

Na prática, a SP Formas organiza o projeto de escoramento para que vigas e torres liberadas sigam ao pavimento seguinte, enquanto o reescoramento previsto continua no lugar. Esse ciclo reduz a quantidade de material parado e mantém o cronograma da estrutura.

Projeto, normas e acompanhamento

O escoramento segue a ABNT NBR 15696 para formas e escoramentos e a ABNT NBR 6118 para o projeto da estrutura protendida. A coordenação entre a empresa de protensão, o projetista e o fornecedor do escoramento evita conflitos de sequência no dia da protensão.

A SP Formas entrega projeto e cronograma, treina a equipe no canteiro e realiza visitas técnicas periódicas. Os relatórios de movimentação mostram o que está montado em cada pavimento, informação útil quando o ciclo de protensão define o ritmo da obra.

Vantagens do sistema da SP Formas

Sustentação estável até a protensão

Torres SPQ travadas por diagonais em X mantêm a laje no lugar durante toda a fase em que a armadura ativa ainda não trabalha.

Controle pontual por rosca

Suportes ajustáveis permitem aliviar ou reapertar linhas específicas durante a protensão, sem marteladas sobre a laje.

Assoalho plano para os cabos

O nivelamento fino protege o perfil da cordoalha e o cobrimento, que dependem da cota correta do fundo da laje.

Ciclo mais curto de material

Com retirada coordenada após a protensão, vigas e torres seguem ao próximo pavimento enquanto o reescoramento previsto permanece.

Como funciona na obra

  1. Compatibilização

    O projeto de escoramento é cruzado com o projeto de protensão para definir bordas livres, ancoragens e plano de retirada.

  2. Montagem das torres

    Quadros SPQ sobre sapatas ajustáveis, diagonais SPDX e suportes com vigas VJ formam a base do assoalho.

  3. Nivelamento e armação

    A cota é ajustada antes do posicionamento de cabos e cadeirinhas, e conferida de novo antes da concretagem.

  4. Concretagem e protensão

    O escoramento é acompanhado no lançamento e permanece íntegro até a protensão terminar, conforme a sequência do projetista.

  5. Liberação e reescoramento

    Linhas liberadas sobem ao pavimento seguinte e o reescoramento previsto em projeto continua sob a laje.

Erros comuns que o sistema ajuda a evitar

  • Retirar parte do escoramento antes da protensão completa, deixando a laje sem a armadura ativa trabalhando.
  • Fechar a borda com torres ou formas que impedem o posicionamento do macaco nas ancoragens.
  • Deixar pontos baixos no assoalho que alteram a altura dos cabos e o cobrimento de projeto.
  • Ignorar a redistribuição de carga durante a protensão, sobrecarregando linhas próximas aos apoios.

Perguntas sobre escoramento para laje protendida

Posso tirar o escoramento para laje protendida antes da protensão?

Não. Antes da protensão a armadura ativa não trabalha e a laje depende do escoramento para se sustentar. A retirada só começa depois da protensão concluída e na sequência definida pelo projetista, que pode manter linhas de reescoramento.

A laje protendida precisa de reescoramento?

Em muitos casos sim, principalmente quando os pavimentos de cima são concretados em sequência rápida. A protensão reduz a necessidade de escoramento, mas quem decide quantas linhas ficam e por quanto tempo é o projetista da estrutura.

O escoramento atrapalha o trabalho do macaco na borda?

Não quando o projeto é compatibilizado. A SP Formas cruza o projeto de escoramento com o de protensão para deixar as bordas livres e prever plataforma de trabalho com proteção coletiva, como pedem a NR-18 e a NR-35.

O mesmo escoramento serve para laje protendida com vigas?

Sim. As torres SPQ e as vigas VJ atendem tanto a laje plana quanto a laje protendida com vigas, mudando a distribuição das torres sob as vigas e a escolha entre VJ3 e VJ5 conforme a carga de cada trecho.

Como a SP Formas atende escoramento para laje protendida

A equipe técnica analisa o projeto, dimensiona o conjunto de quadros, diagonais, sapatas, suportes e vigas, agenda a entrega a partir do pátio de Duque de Caxias e acompanha a montagem com treinamento em canteiro. Envie as medidas ou o projeto pelo WhatsApp para receber a proposta.

Escoramento metálico para lajes protendidas por cidade

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